Ah esses dias de ficar na cama forçada, dá nisso...

 

Depois de muitas dores, choros, remédios e afins, a capacidade de me encontrar em plenas nuvens, é incrível, tudo está bem... mesmo sabendo que nem tudo está realmente bem. Mas estou tão dopada, tão anestesiada que é melhor sorrir em poucos tempos, eu poucos dias, em poucos minutos do que ficar se lamentando o tempo inteiro.

 

Meus últimos sintomas:

 

1. Tropeço na calçada, quase caio e rio de mim mesma.

2. Consigo me divertir sem nenhum centavo no bolso.

3. Consigo sorrir sem saber como vai ser o dia de amanhã.

4. Consigo não esquentar a cabeça e nem me estressar, com dívidas pra pagar,...Ai meu deeeus! Não é tanto assim.

5. Invento de ir ao cinema em plena tarde chuvosa, mas minha mãe diz: 'tu tá doida, é?' Mimo de mãe é tudo, faz a gente cair na realidade, que pena!

6. Preciso voltar ao trabalho, tenho que pagar aquelas dívidas, né?

7. Até canto bem alto quando ouço na rádio, uma música chata tipo "você não vale nada mais eu gosto de você" . Mesmo desejando que o autor dessa música nunca estivesse existido.

8. Choro de saudades da filha, que acabou de viajar, ela ainda brinca dizendo, 'vai te acostumando que vou ficar mais tempo longe de casa'... tem remédio pra essa dor?

9. Hoje eu tô feliz! Mas também, se fôssemos felizes todos os dias, acabaríamos "acostumando" e acabaríamos por achar essa "felicidade" chata.

10. Enfim, eu ainda escrevo aqui, por enquanto. Até quando!?!?!

 

Crys

Escrito por Crys às 14:22:36


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Gafes, quem nunca os cometeu... que comece.

Outro dia, em uma livraria perguntei se tinha o livro "Vale Tudo - Tim Maia" do Nelson Rubens, o vendedor me fez compreender que eu cometera mais uma de minhas incovenientes gafes: Não seria do Nelson Motta, senhora?!

Mas já fiz pior: cantei “eh, eh, oh briga de galo...” ao invés de “he, he, oh vida de gado”, na música Gado Novo, de Zé Ramalho. Enquanto isso a galera do lado ria de mim, claro!

A mais recente aconteceu num desses dias do feriado de carnaval. Estava com uma amiga, em um barzinho, com música ao vivo, pouca gente e rolava uma disputa entre os presentes pra ver quem cantava a melhor musica ao vivo e nem era videokê. Eu estava de costas para o pequeno palco, quando uma moça iniciou a cantar, a voz estridente, desagradável, me fez virar para olhar, ao mesmo tempo em que iniciei uma frase irônica: 'nossa que voz!!...'
Uma jovem senhora numa mesa colada a nossa, abriu um sorriso cúmplice, mas desarmou o sorriso quando dei continuidade a minha frase: 'Será que ela não tem banheiro em casa?'
A mulher disse-me: '- ela é minha filha. Se ela canta mal, porque você não vai lá cantar, no lugar dela?'
Fiquei no ah é é?... diante da situação desconcertante.

Mas eu poderia ter dito que eu não iria cantar porque sei que não canto nada, poderia ter dito que o fato da moça ser filha dela não mudava a minha opinião, e que para evitar o constrangimento ambas, eu e ela, perdemos uma ótima oportunidade de ficar caladas.

Bem feito, eu bem que podia ter dormido sem essa.

Crys

Escrito por Crys às 10:43:49


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Tanto riso, oh! quanta alegria...

Carnaval chegando, e bem mais cedo que antes. Já escrevi em outros textos que é uma festa que eu não curto, não gosto.
Outro dia me perguntaram, 'vc não gosta ou tem medo'?
Eu não gosto, ora! Mas aí, fiquei pensado, pq teria medo?
MEDO?!
De multidões embriagadas com apenas um único objetivo: ficar na lama?
Medo de carnavais que tem trios elétricos tocando músicas do tipo “dança da manivela” ou regionais paraenses “quem vai querer a minha periquita, minha periquita, minha periquita”?
Medo de homens vestidos de mulher, aproveitando pra colocar suas fantasias em dia? Coisa mais engraçada!
Medo de acordar 8hs da manhã numa delegacia, dormindo num banco sujo e babando ao lado de outro bêbado, sem saber o motivo??
Medo de acabar caída e embriagada, calcinha “escancarada” cantando “me sâalvee por favorrrr não to com naada” e toda vomitada.
Ahhh não! Eu não gosto mesmo!
É um mundo de gente num empurra, empurra, pula, pula, grita, grita, cheiro de álcool no ar. Isso é carnaval?

Mas o que fazer? Carnaval deixa a pele mais linda, pelo menos no olhar do bêbado.
Afinal, carnaval é bom sim, porque precisamos, é muita 'cagada' (desculpa a expressão) nesta vida, é muita tristeza neste país, são muitas frustrações acumuladas. Ora, ora, depois se encara a realidade!
Espero que aqueles que curtem a festa, cuidem-se.
Por favor, não achem que sou doida, sou apenas uma alienígena de passagem por esse mundo de tudo igual.
Não vou viajar, como todo ano (aliás, essa é a melhor parte do carnaval, o feriado longo) por conta de uns problemas particulares, mas não deixarei de aproveitar pra colocar algumas coisas em dia.
Visitar os amigos blogueiros por exemplo.
E é claro, descansarei bastante, porque o que me assusta nessa temporada é a minha capacidade de isolamento.

Crys

Escrito por Crys às 18:23:31


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BRASIL , Norte , BELEM , Mulher





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